Almond Hand and Nail Cream | Beleza


Sendo bem sincerona, nunca tive cuidado com pés, mãos, unhas & cia. Até que elas (as unhas) começaram a descamar de modo surreal e quebrar constantemente em pontos que não tem como corta/lixar - caso eu tentasse arrancar viriam, junto com a unha, carne, sangue, alma, fígado e coração. Também percebi um ressecamento excessivo nas mãos.

Se antes eu não fazia questão, há pouco comecei a pensar no assunto. Acetona e esmaltes em excesso ferram muito as unhas. As minhas ficaram quebradiças, sem brilho e com manchas brancas na superfície. Claro que também rola uma falta de proteínas... A bonita aqui, não está se alimentando direito. Vou organizar isso. 

Já as mãos, por ter a pele fina e com pouca quantidade de glândulas sebáceas, sofrem com qualquer alteração brusca de temperatura. E só pra lembrar, não tem cirurgia plástica que dê jeito. É essencial investir no recurso hidratação.  

Daí comecei a usar Almond Hand & Nail Cream e vim compartilhar a experiência com você, óbvio. \o/


_PROPRIEDADES

O Almond Hand & Nail Cream é um creme para mãos e unhas de uso diário. Certo, nenhuma novidade até aqui. Ele contém óleo de amêndoa doce que, além de possuir propriedades vermífuga - interrompe o crescimento de bactérias, fungos e combate infecções na pele -, íntegra vitaminas E, B, A, ácido fólico e arginina, um aminoácido prescrito para o relaxamento dos vasos e o equilíbrio da pressão arterial. Também apresenta propriedade umectante e emoliente que ajuda na retenção de água na pele, mantendo ela hidratada.

Pantenol, também chamado de pró vitamina B5, quando aplicado na pele, e absorvido, é transformado em ácido pantotênico - precisamente num líquido viscoso e higroscópico -, ou seja, absorve água. Esse ácido estimula o crescimento e a renovação celular, auxilia na cicatrização de feridas além de, como já foi dito, manter a pele hidratada

_MARCA

The Body Shop é uma empresa que trabalha de acordo com o Comércio Justo. O seu lema é “Enrich not Exploit” (Enriquecer, não Explorar), enriquecer as comunidades, enriquecer os produtos e enriquecer o planeta. Ele oferece as 528 mulheres da Associação um salário e condições de trabalho justo e também paga um prêmio para quem investe em projetos comunitários. Assim, a empresa assume um compromisso sustentável. Promove benefícios para a comunidade ao apoiar as agricultoras locais nos mais diversos países do mundo.


_EMBALAGEM 

Observar minuciosamente um produto faz você reparar em coisas que, talvez, você repararia e esqueceria de imediato. Nada que saltem aos olhos, mas não gostei da embalagem. Não pela questão estética, pois ela tem um estilo bem... como eu poderia dizer? Sofisticado? É bonita. Um pouco extravagante demais para mim. Entretanto, não gostei do material da embalagem.

Não dá para carregar tranquilamente na bolsa sem amassar. Por ser um produto que você deve usar ao menos duas vezes no dia, uma característica importante deveria ser a facilidade de transportar para todos os cantos dentro de uma bolsa bagunçada (como a minha). Se você é organizadinha. Esquece essa informação. 

Outra coisa sobre a embalagem é o controle do despejo do produto. Você que controla. Ainda assim, sai mais do que deveria. 

_APLICAÇÃO

Muito fácil de aplicar. Apesar de, como já disse, sempre sair um pouco a mais de produto, a absorção é rápida. A mão não fica gosmenta o que, para mim, é bastante confortável. Normalmente também ponho uma pequena quantidade em torno das unhas, nas cutículas, massageando. Não possui cheiro forte, e a gente só sente o perfume de forma mais evidente se colocarmos as mãos bem próximas do rosto.

_EFICIÊNCIA

Bem, como nunca fui de usar cremes específicos para as mãos, vou falar de acordo com a minha experiência de usar cremes hidratantes para o corpo. É milagroso! hahaha

Uso uma vez no dia, antes de ir para o trabalho, e sinto a diferença de quando, por exemplo, não coloco. Minhas mãos ficam visivelmente mais hidratadas e as unhas... bem, as unhas vão chegar lá. Ainda falta alguns nutrientes no meu organismo. ;) 

Vamos combinar. O "milagre" precisa ser mesclado com alimentação adequada para ter um efeito melhor. Mas sim, o Almond Hand and Nail Cream hidrata bem. Ó, Muito bem!


_DURABILIDADE 

Não posso falar sobre durabilidade com tanta propriedade, pois estou usando esse creme há pouco tempo. Já sabemos que sai produto demais na hora da aplicação. Ou seja, talvez o produto acabe rápido. Mas em compensação, uso apenas uma vez por dia, mesmo depois de lavar as mãos algumas vezes, ainda sinto minha pele hidratada

Posteriormente, quando o produto acabar, posso falar mais sobre a durabilidade dele. Por enquanto, é apenas isso que tenho pra informar. 

_PREÇO


Chegamos na parte mais sensível da resenha. Para muitas, o valor é alto, para outras o custo beneficio vale a pena. Confesso que só comprei porque, primeiro: eu esteva desesperadamente precisando, segundo: foi na base da promoção, 50% de desconto. 

Comprei o tubo maior, 100ml. No qual, o valor da unidade, sem desconto, custa R$46,00 dilmas. Mas eles também vendem o creme num tamanho menor, 30ml. 

Uma sugestão, bem íntima, é passar o Almond Hand and Nail Cream, antes de ir dormir, nos cotovelos e joelhos, caso eles sejam muito ressecados. 


Você tem experiência com esse produto? Tem algum outro para me indicar? 



fotos feitas por mim com um iPod

Haus Lajetop & Beergarden

O primeiro lugar da minha lista "lugares para conhecer" é a Alemanha. Claro, por causa de grana, oportunidades e N fatores, vou conhecendo outros cantos antes. Ainda assim, a Alemanha é meu top number one. Cheguei a estudar a língua, mas no decorrer do curso tive que parar para priorizar o inglês (Puf!). Então, assumindo meu amor, qualquer coisa que seja relacionado a esse país encanta meu coração, mesmo que seja apenas uma palavra. 

Como de costume, para aliviar o stress do período de provas, saímos para comer. Minha amiga Natália, garota esperta que usa a palavra socorro para expressar emoções, sugeriu irmos para o Haus. 

Haus é casa em Alemão. 

Dito isto, já fui para o local com bastante vontade de gostar. 


Bonito Isso: jardim huma-botânico







O projeto "Me matas", com a primeira fase concluída, reúne duas coisas que amo: retratos e plantas. A série é toda fotografada por Mariángel Catalina, porto-riquenha que atualmente mora no Brooklyn, Nova York. Ela criou um jardim com imagens de homens e mulheres composto com plantas que a fotógrafa catalogou com o nome de ambos no instagram. A primeira imagem por exemplo é uma flor de maga (thespesia grandiflora): joanne


Mais em...
Me matas instagram
Mariángel Catalina portfólio


*Bonito Isso é uma categoria inspirada no blog bonito isso: que infelizmente anda parado há muito tempo. Decidi resgatar a ideia porque o bonito precisa ser compartilhado 

Nunca reclame do que você permite



Você sabe o que significa influência dos custos perdidos? Trata-se de uma tendência de continuar investindo tempo, energia, dinheiro, lagrimas, saúde física/ mental, ou ambos, e o que tivermos em propostas malsucedidas só por causa do sentimento de "mas já gastamos tudo isso” e/ou "talvez, se continuarmos forçando a barra conseguiremos ter algum retorno”.

Agora tá explicado o fato de continuarmos no cinema mesmo o filme sendo horrível. Não dá pra sair na metade depois de pagarmos pelos ingressos. E nem vou mencionar relacionamentos.... Deixa quieto, né? O resultado é um loop sem fim, pois conforme investimos em algo, seja o que for, mais difícil é abrir mão dele.

Tudo bem, você não é a única. Normal não querer jogar fora o que foi investido - ou melhor, desperdiçado - mesmo tendo consciência da escolha ruim.  Mas se você continuar por esse caminho, insistindo no que não tem jeito, vai perder ainda mais. Que inteligência há nisso?

A situação fica ainda mais complicada pelo fato de sermos punidos quando dizemos não e elogiados ou recompensados quando dizemos sim. O primeiro, habituado a soar estranho na hora em que é dito; o segundo é celebrado. Isso dificulta bastante na hora de estabelecer limites.

No entanto, nos nossos relacionamentos, sempre haverá pessoas que abusem quando o assunto é exigir o nosso tempo. Fazem com que os problemas delas se tornem os nossos, sugam nossa energia em proveito próprio, nos distraem do nosso proposito e, se permitirmos, nos impede de dedicar o nível máximo de produtividade naquilo que desejamos de fato. E como é difícil dizer não para os mais próximos. Afinal, não queremos magoar ninguém.


Certa vez, uma enfermeira australiana chamada Bronnie Ware, que cuidava de pacientes em estágio terminal, resolveu registrar os arrependimentos que mais ouvia. No topo da lista estava: “Queria ter tido coragem de levar uma vida significativa para mim, não a vida que os outros esperavam que eu levasse"
                                                                           - Essencialismo, de Greg McKeown pág. 18


ENTÃO, O QUE FAZER NESSAS SITUAÇÕES?



Recentemente, durante os trabalhos do final do período da universidade, aceitei fazer uma das atividades com uma colega de classe que honestamente eu sabia que era irresponsável, além de ser totalmente desfocada. Quando ela me chamou para fazemos o trabalho juntas, falei sim sem pensar. É difícil dizer não para uma amiga. 

Sobre o trabalho, não podia permitir que fosse feito de qualquer maneira. Além de se tratar de uma atividade muito importante para média, ter rendimento acadêmico ruim me ocasionaria a perda da bolsa de estudos que me empenhei muito para conseguir. Seria uma tragédia.

Durante a produção do trabalho, fiz considerável esforço porque tinha que dar conta da minha parte e da parte dela. Quando especificava um exercício simples para ela realizar, era feito sem atenção ou sem o mínimo de cuidado. Tentei ensiná-la, mas ainda assim, ela continuava com uma atitude negligente. Eu tinha que parar a minha função, adiar o progresso do trabalho, para corrigir o que ela tinha feito. 

Minha vida virou um caos. O prazo de entrega estava finalizando e ainda não tínhamos iniciado o básico. A minha decisão precipitada estava me causando muito mal, gerando tristeza, estresse, angustia etc. E tudo isso só estava ocorrendo porque eu permiti. Me comprometi em fazer a atividade com a minha amiga, mesmo sabendo como ela era e pelo medo de magoá-la se eu tivesse dito não.

Depois de sofrer muito para tomar uma decisão - pela lógica, eu poderia continuar o trabalho sozinha, mas emocionalmente essa opção não existia -, percebi que ao sacrificar meu poder de escolha, acabei escolhendo – de forma errada. Ao me recusar a não continuar o trabalho sem ela, eu optei por permanecer naquela situação terrível. Uma decisão tomada por omissão. Minha bolsa de estudos dependia disso. Sendo que, aparentemente, ela não se importava em tirar nota baixa na atividade. Pelo menos, não se esforçava para conseguir o contrário.

Foi quando a chamei para falar que, a partir daquele momento, eu faria o trabalho sozinha. Claro, ela ficou chateada comigo. Porém, consegui desenvolver a atividade com mais calma, eficiência e rapidez. E pode parecer egoismo da minha parte, mas se você pensa assim, entenda uma coisa:

É claro que devemos servir as pessoas, amá-las e fazer a diferença na vida delas. Mas quando os outros fazem com que os problemas deles se tornem nossos, não ajudamos em nada. Ao assumirmos os problemas deles, lhes tiramos a capacidade de resolvê-los.
                                                                                                            Greg McKeown


Por isso, em situações semelhantes, é necessário admitir - para si, para os outros, para o mundo - que foi um erro se comprometer com algo fadado ao fracasso, e depois abrir mão inteiramente de gastar ainda mais tempo, dinheiro ou energia. Caso contrário, você continuará rodando em círculos à toa. Como declarou o humorista Josh Billings, “metade dos problemas da vida decorre de dizer sim depressa demais e não dizer não cedo o bastante”.

Ter finalmente dito não, me fez recuperar a qualidade do meu tempo concentrando meus esforços para realizar um trabalho bem feito. Além de dar um imenso impulso rumo à realização do que era importante, esse cenário me ajudou a valorizar a minha opinião sobre fazer escolhas. Sinceramente, passo para longe qualquer coisa, pessoa ou situação que sugue minha energia de forma negativa. É um exercício diário, sabe? Lembrar que tem decisões que são unicamente minhas, mas quanto mais esse raciocínio entrar no íntimo, mais torna-se libertador. 

Experimente se sentir mais leve e feliz se descomprometendo do que te faz mal. Depois me conta se funcionou pra você, combinado?


Ah, sobre minha nota no trabalho... 9,0



fotos de Tomasz Bazylinski